O objeto da Giovana consegue engajar o usuário como um tangram, peças de lego ou um quebra cabeça, ele provoca curiosidade e o ímpeto de criar e explorar as possíveis conformações que ele pode assumir e os efeitos disso, uma vez que as luzes refletem de diferentes formas com a movimentação das partes. Apesar disso, é muito difícil de se estabelecer uma interação com mais de uma pessoa e, depois de descobertas algumas formas que o objeto pode assumir, não existem muitos estímulos para continuar a interação. Portanto o objeto pode ser classificado como proativo, uma vez que responde à interação de maneiras variadas, mas não propõe uma interação ou exploração prolongada, e sua concepção traz um misto das lógicas programática e causalística, pois podem se constituir formas e reflexões diferentes dependendo das condições da interação, mas todas elas pressupõem um movimento seguido de uma reflexão.
Uma possível recombinação do objeto com algum outro em direção à lógica programática seria com o objeto da Scheilla, que consiste em mangueiras com LEDs no interior e contatos nas pontas, de forma que a junção de dois contatos gera luz.


Portanto, uma possível combinação dos dois objetos é utilização de contatos , como os das pontas das mangueiras, nas articulações do objeto da Giovana, de maneira que o movimento das peças possa juntar e separar os contatos gerando luz pela movimentação. Com isso, cada tipo de movimento e conformação das partes do objeto resultaria em uma configuração de luzes e reflexões diferente, gerando mais possibilidades e ampliando a possibilidade de exploração do objeto.


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